sexta-feira, 10 de junho de 2011

Detalhe do mapa "Terra Brasilis
A expansão colonial iniciada pelos países europeus no século XV constitui um dos capítulos mais importantes da história moderna. Se, por um lado, seus defensores vêem nela uma incontestável ação civilizadora, é certo que, por outro, ela acarretou a desaparição de importantes culturas e a sujeição de numerosos povos às necessidades e interesses coloniais. 
 
 
Não podemos mudar o passado. É o conhecimento deste passado que muda. Mudam, portanto, as interpretações e a compreensão dos fatos.
Quando os europeus chegaram na América, final do século XV e início do XVI, esta já era habitada por muitos povos. Os historiadores não têm um número certo sobre a quantidade de habitantes que residiam na América, variava entre 50 e 100 milhões de habitantes divididos em vários grupos e ocupando todo o território do continente.
Sobre a chegada dos primeiros habitantes da América, também chamados de paleoíndios ou ameríndios, há várias correntes. As mais importantes, são as do Estreito de Bering, que afirma que o homem teria passado da Ásia para a América do Norte através do estreito de Bering, entre 12 e 10 mil anos atrás, quando a região ficou congelada e a outra defendida pela antropóloga Niède Guidon, afirma que utilizando pequenas embarcações através das ilhas do Oceano Pacífico o homem teria chegado a América do Sul a mais ou menos 48 mil anos.
Em todo o território do brasileiro é possível encontrar vestígios de seres humanos. Portanto, quando os portugueses chegaram no Brasil, havia em torno de 5 milhões de nativos. Os historiadores atualmente costumam dividir esses povos nativos por troncos lingüísticos.
Os primeiros habitantes do atual estado sul-matogrossense chegaram por aqui a 15 mil anos atrás. Vinham de várias regiões através dos rios. Existe vários vestígios e uma média de 200 sítios arqueológicos no estado, segundo professor Gilson Martins, da UFMS. Os mais antigos datam de 11 mil anos atrás, na região do Sucuruí, município de Paranaíba.
Um meio de conhecer esses povos é através de desenhos e pinturas, utensílios domésticos, ossadas, pois esses não tinham escrita. Sabe-se que viviam da caça, pesca e da coleta de produtos que servia de alimento

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